Borboletas (Mário Quintana) Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. Temos que nos bastar... nos bastar sempre, e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segre...
A Loucura do Prazer compulsivo P ara o cérebro, toda recompensa é bem-vinda, venha ela de uma droga ilícita ou da experiência vivida. Sempre que os neurônios dos centros encarregados de reconhecer recompensas são estimulados repetidamente por substâncias químicas ou vivências que confiram sensação de prazer, existe risco de um cérebro vulnerável ficar dependente delas e desenvolver uma compulsão. Por isso tanta gente bebe, fuma, cheira cocaína, perde casa em jogo de baralho, come demais, faz sexo sem parar, compra o que não pode pagar e levanta peso compulsivamente nas academias. A palavra dependência vem sempre associada às drogas químicas, ao desespero do dependente para consegui-las, ao aumento da tolerância às doses crescentes e à crise de abstinência provocada pela ausência delas na circulação. . T oda vez que o cérebro é submetido a estímulos repetitivos carregados de conteúdo emocional, os circuitos de neurônios envolvidos em sua condução se modificam para tentar perpetuar a se...
O pequeno príncipe diante do céu azul o imensurável mundo á sua frente.. no entanto, seus olhos temem.. O pequeno príncipe se esqueceu.. sua memória oscila na terra sua rosa companheira faz contemplação com o luar seus sonhos são futuros e sua cura infima em promessas no entanto..tem páginas a andarilhar cada dia tem lápis em seus pés cada momento vence um gigante mortal O pequeno e tão grande príncipe transcende dois mundos, enxerga o que ninguém vê ás vezes sozinho dentro do que vive..pensa estar só.. Tem uma criança vindo dentro dele quando fecha os olhos e não lembra de como era ser adulto.. esquece na dor que tem bálsamo adiante.. esquece na dor que o sorriso é ganho na marra de muito chorar.. menino de sonhos..menino do canteiro celeste.. grãos em chão de estrelas..
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